quinta-feira, 5 de maio de 2016

Pimentos ‘del piquillo’ recheados com brandade de bacalhau (sin lácteos)/Pimientos ‘del piquillo’ rellenos de brandade de bacalao

Pimentos ‘del piquillo’ recheados com brandade de bacalhau (sem lácteos, sem glúten)

Scroll down for English version/abajo receta en español 

Pimentos ' del piquillo' com brandade

Bom dia, boa gente.
Hoje temos uma receita espanhola para dar Cores e Sabores a este dia.
Os pimentos ‘del piquillo’ são originalmente produzidos em Lodosa (na região de Navarra). De tamanho mais pequeno que os vulgares pimentos, a sua forma pontiaguda dá-lhes o nome de ‘piquillo’. Podem-se encontrar em variedade de receitas, recheados com carne, atum, em salada...eu gosto deles recheados com bacalhau.

Geralmente, vão recheados de carne ou peixe com bechamel. Hoje deixo-vos uma versão com brandade, sem lácteos, igualmente muito saborosa. Fiz a brandade com natas de amêndoa, dando-lhe um sabor tão suave e cremoso que não vão poder parar de comer.
Será que vão gostar?


Ingredientes para 4 a 5 pimentos:

1 lata de Pimentos ‘del Piquillo’
150 gr. de bacalhau demolhado
100 g de natas de amêndoa
100 ml de azeite
1 dente de alho
Pimenta branca
Coentros frescos picados

Molho:
Pimentos ‘del piquillo’
1 cebolinha picada
1 dente de alho
Água de cozer o bacalhau
50 ml natas de amêndoa

Cozer o bacalhau em água a ferver durante 10 minutos, escorrer, reservando um pouco da água da cozedura para fazer o molho.
Triturar o bacalhau na picadora.
Num tacho, aquecer ligeiramente a nata. Noutro tacho aquecer o azeite em lume muito suave.
Numa frigideira aquecer parte do azeite com o alho esmagado em lume brando.
Quando estiver quente, juntar o bacalhau e ir envolvendo com a colher de pau. Quando este tiver absorvido o azeite, juntar um pouco de natas, seguir misturando e ir juntando alternadamente natas e azeite envolvendo sempre.
Deverá obter um creme bastante claro mas espesso e bem ligado.
Condimentar com pimenta e coentros picados. Reservar.

Com a ajuda de uma colher, rechear os pimentos com a brandade.

Para o molho:
Refogar a cebola e o alho em azeite, juntar o resto dos pimentos em tiras e envolver bem. Verter um pouco de água de ferver o bacalhau e deixar cozer uns 10 minutos,.
Triturar o molho com a varinha mágica.

Aquecer o molho, juntar os pimentos recheados ao molho e deixar ferver 5 minutos.

Servir com arroz, batatas, pão. O que apetecer.

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Pimientos ‘del piquillo’ rellenos de brandade de bacalao (sin lácteos, sin gluten)

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Pimientos del piquillo rellenos con brandade



Buenos días, buena gente.

A quienes no les gustan unos pimientos del piquillo. Qué sean con carne, atún, bacalao, en ensalada, a mi me gustan más con bacalao.

 

Hoy os dejo una versión de pimientos rellenos de brandade, sin lácteos, igualmente muy sabrosa. He utilizado nata de almendra, que queda perfecta en esta brandade, dándole un sabor tan suave y cremoso que no vais a poder parar de comerlos.

A ver si os gusta.

 


Ingredientes para 4 a 5 pimientos:

1 lata de Pimientos del Piquillo
150 gr. bacalao desalado
100 g de nata de almendra
100 ml de aceite de oliva
1 diente de ajo
Pimienta blanca
Cilantro fresco picado (opcional)

Salsa:
Pimientos ‘del piquillo’
1 cebollita picada
1 diente de ajo
Água de cocción del bacalao
50 ml de nata de almendra

Cocer el bacalao en agua y dejar hervir durante 10 minutos, escurrir reservando un poco de agua de cocción para luego prepara la salsa.
Picar el bacalao en la picadora.
Calentar suavemente la nata en un cazo.
En outro cazo, calentar suavemente el aceite.
En una sartén, calentar a fuego lento, parte del aceite con el ajo aplastado.
Cuando esté caliente, añadir el bacalao e ir removiendo. Cuando este haya absorbido el aceite, añadir un poco de nata caliente, seguir envolviendo con la cuchara de madera y seguir vertiendo alternadamente nata y aceite en la sartén.
Se va a obtener una crema bastante clara pero espesa y homogénea.
Sazonar con pimienta y cilantro picado. Reservar.

Con una cuchara, rellenar los pimientos con la brandade.

Ahora la salsa:
Rehogar la cebolla y el ajo en aceite, añadir los pimientos sobrantes cortados en tiras y mezclar bien. Añadir un poco de agua de la cocción Del bacalao y dejar cocer unos 10 minutos.
Triturar la salsa con el mixer.

Calentar la salsa, poner los pimientos rellenos en la salsa, dejar hervir 5 minutos.
Y listo para comer
Con arroz, patata, pan, a ver que os apetece.



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Piquillo peppers stuffed with cod ‘brandade’ (dairy and gluten free)

Piquillo peppers stuffed with cod brandade

Today I am sharing a Spanish recipe to fi our day with nice Colors and Favours.
‘Piquillo’ peppers are originally produced in Lodosa (in the region of Navarra). They are smaller than the usual peppers and are called ‘piquillo’ because their shape ends up like a beak of a bird.
Piquillo peppers can be stuffed with meat, tuna, but my favorites are with cod brandade (which can’t be seen as a typical recipe anymore since brandade has a French origin).

Stuffed ‘piquillos’ are usually prepared with ‘béchamel sauce’, but I felt like trying some almond cream. This dairy free brandade, has a creamy soft flavour that makes it hard to stop eating.
Hope you’ll like it as much as I do.

Ingredients for 4 to 5 stuffed peppers:

1 tin Piquillo peppers
150 g salt cod (previously soaked in water for 12 to 48 hours, depending on how big the pieces are)
100 g de almond cream (cooking cream)
100 ml olive oil
1 garlic clove
White pepper
Fresh chopped cilantro (optional)

Sauce:
Piquillo peppers
1 small onion, diced
1 garlic clove
Water (used to cook the cod)
50 ml almond cream


Soak salt cod in cold water to cover for about 12 to 24 hours, changing the water a couple of times during this period. Then drain and rinse before using,

Cook cod in boiling water for 10 minutes, drain and keep some cooking water to add later into the sauce.
Blend the cod in the food processor.
In a small sauce pan, heat the almond cream on slow heat. In another sauce pan heat the olive oil.
Heat some olive oil and mashed garlic in a pan in slow heat. Add cod and whisk smoothly to mix flavors. Once the cod has absorbed the oil, add some cream and keep on whisking until mixture is creamy. Then add some warm olive oil. Keep on adding cream and oil alternately stirring with the wooden spoon until you become a creamy consistent paste.
Season with pepper and fresh chopped cilantro. Set aside.

With a spoon, stuff the peppers with the brandade

Preparing the sauce:

Heat olive oil in a pan, add onion, garlic and remaining sliced peppers, and let cook for a couple of minutes. Add some water (left from cooking the cod), stir and let cook for about 10 minutes. Pure the sauce.


Heat up the sauce, add stuffed peppers to the sauce and let simmer for 5 minutes.

Enjoy with rice, potatoes, bread, the choice is up to you.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Queques Feios/Magdalenas Feas/Ugly Cupcakes

Queques Feios (sem lácteos, sem gluten)


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Queques feios

 

Tinha no congelador claras de ovo para consumir e há que tempos que não fazia uma receita do blog ‘Cozinhar com os Anjos’.

 

A Isabel tem sempre belíssimas receitas para aproveitar claras de ovo e lembrei-me de ter visto estes Queques Feios, que só pelo nome me deram logo vontade de experimentar...numa de ver se realmente eram tão feinhos.

 

Feitos os queques, a única coisa que realmente vi ‘feia’, foi a dificuldade que tive para os desenformar. Sim, eu que sempre fico feliz de poder dizer que nunca tive problemas para desenformar bolos...toma lá para aprenderes.

Foi com uma grande dose de delicadeza e ternura que consegui separar os queques das formas.

E depois?

Depois, ficaram tão feios, mas tão feios que foram logo comidos para não serem vistos.

 

Aqui têm a receita do ‘Cozinhar com os Anjos’:

 

Ingredientes:

250 g de açúcar (usei 200 g)
125 g de amêndoa pelada e moída
3 claras de ovos
5 g de canela em pó
açúcar para polvilhar

Batem-se as claras juntamente com o açúcar, como para suspiros, até engrossarem.
Ligam-se-lhes a amêndoa e a canela e cozem-se em forno moderado (160ºC) durante aproximadamente 20 minutos, nas formas bem untadas com manteiga (eu pus azeite).
Soltam-se, despegando-os com um palito (foi aqui que eu me espalhei J).
Depois de frios, polvilham-se com açúcar (saltei essa parte).

Notas:

De facto (e como explica a Isabel), estes queques não são os típicos queques da pastelaria.

Uma superfície quebradiça que se desfaz para revelar uma massa húmida por dentro que se desfaz na boca.
Também reduzi a quantidade de açúcar e não polvilhei com açúcar.
Não foi preciso, ficaram bem docinhos.

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Queques (ou Magdalenas) Feas (sin lácteos, sin gluten)

 

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Magdalenas Feas



Tenía en el congelador, claras de huevo para consumir y hace tiempo que no hacia una receta del blog ‘Cozinhar com os Anjos’.

 

Isabel siempre tiene bellísimas recetas para aprovechar claras de huevo y me he acordado de haber visto estos ‘Queques Feios’, que solo por el nombre me han dado ganas de experimentar...en plan: ‘a ver si son tan feos, los pobrecitos’.

 

Hechos los ‘queques’, lo único que realmente me pareció ‘feo’, ha sido mi dificultad en desmoldarlos. Si, yo que siempre digo nunca haber tenido problema para desmoldar tartas...pues así aprendes.

Me ha costado una gran dosis de delicadeza y ternura para separar estos bizcochitos de SUS moldes.

Y después?

Después? Estaban tan feos, pero tan feos que en seguida han sido comidos para que no fuesen vistos.

 

Aqui tenéis la receta de ‘Cozinhar com os Anjos:

 

Ingredientes:

 

250 g de azúcar (he puesto 200 g)
125 g de almendra pelada y molida
3 claras de huevo
5 g de canela en polvo
azúcar para espolvorear

 

Batir las claras juntamente con el azúcar, como para suspiros, hasta espesaren.
Se les añaden las almendras y la canela y se cuecen en el horno (160ºC) durante aproximadamente 20 minutos, en moldes bien untados con mantequilla (yo he puesto aceite para no utilizar lácteos).
Desmoldarlos, con la ayuda de un palillo.
Una vez fríos, espolvorear con azúcar (he omitido).

 

 

Notas:

Como bien explica, estos bizcochos no son como las típicas magdalenas de la panadería.

Arriba, una capa crujiente que luego se rompe para desvelar una masa jugosa que se deshace en la boca.
También he reducido la cantidad de azúcar y no los he espolvoreado con azúcar.

No hace falta, están dulcecitos.

 

 

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Ugly Cupcakes (dairy and gluten free)



Ugly Cupcakes



I had some egg whites in the freezer asking to be used and it has been some time since I did not cook a recipe from this wonderful Portuguese blog ‘Cozinhar com os Anjos’ (translated: Cooking with the Angels).

 

Isabel has plenty of great ideas on how to use leftover egg whites and I recalled seeing these ‘Queques Feios’ (translated: Ugly cupcakes), that made me want to try only by the sight of their name...just to check if they were really so ugly.

 

Once I had my cakes out of the oven, the only real ugly vision I have had, was when I tried to unmold them. Yes, me. The one that says never having a problem to unmold cakes...now I have had my humility lesson.

It cost me a good share of delicacy and love in order to separate these little cakes from their molds.

What then?

And then? They were so ugly, I tell you sooo ugly that they have been eaten immediately so they wouldn’t be seen anymore.

 

Here is the original recipe from ‘Cozinhar com os Anjos

 

Ingredients:

 

250 g sugar (I have used 200 g and it was enough)
125 g almond, pealed and ground)
3 egg whites
5 g powdered cinnamon
sugar to sprinkle

 

Whisk the egg whites together with sugar until they form stiff peaks. Add in almonds and cinnamon carefully.
Divide dough into greased (with butter or oil for a non-dairy version) muffin molds, cook in preheated oven (160ºC ).
Unmold the cakes carefully (this is the part where I have failed) using a toothpick to help.

Once cold, sprinkle with sugar. (I have skipped this part).

Notes:

As Isabel explains it, these are not the typical cupcakes you can find in the bakery.

They have a crunchy top, which cracks with the first bite to reveal a moist dough that will melt in your mouth.

I have also reduced the amount of sugar and everybody agreed that it was sweet enough.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Tarte de alho francês (sem lácteos)/Tarta de puerros (sin lácteos)/Leek Pie (dairy free)

Tarte de alho francês (sem lácteos)

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A minha amiga F. organizou uma venta de tartes e bolos para organizar atividades dirigidas a crianças com deficiências e doenças ‘raras’. Perguntou-me se queria participar.
Ora, quem sou eu para negar tal proposta?
- Levo doce ou salgado?, perguntei.
- Trás salgado que já há bastante doce.

Como sei que um dos miúdos da F. não pode tomar lácteos e tolera pouco glúten, pensei em preparar esta tarte, apta para todos. Tive a sorte de ainda a poder provar e estava uma delicia.
A massa com farinha de sarraceno estende-se com as mãos (quer dizer que nem é preciso rolo da massa) e gostei muito do sabor. O tomilho e cúrcuma dão um sabor maravilhoso a esta tarte, tão cremosa e digesta.
Recomendo para todos os tipos de dietas e ‘antidietas’.

Ingredientes: (forma de tarte de 24 cm):

Cozedura: 15 + 40 minutos
Preparação: 25 minutos

Massa:
200 g de farinha de sarraceno biológica
2 colheres de sopa de flocos de aveia
1 pitada de sal
100 ml de azeite
100 ml de água

Recheio:
1 kg de alho francês (uns 4 ou 5)
3 ovos
250 ml de natas de aveia
Azeite
Pimenta preta
Cúrcuma
Tomilho

Aquecer o forno a 180oC.

Preparar a massa:
Misturar, a farinha, os flocos de aveia e o sal. Ir vertendo o azeite e a água, misturando com a colher de pau até os ingredientes se unirem. Terminar de amassar com as mãos até se poder formar uma bola com a massa (que não pegue às mãos).
Estender a massa numa forma  untada com azeite e polvilhada com farinha de sarraceno. Ir puxando a massa com a palma das mãos. Picar a base com um garfo.

Recheio:
Lavar e cortar o alho francês às rodelas.
Saltear o alho francês em azeite numa frigideira e deixar cozer para que a água dos legumes evapore. Apagar o lume e reservar.
A parte misturar os ovos com as natas, a pimenta, cúrcuma e tomilho. Juntar o alho francês e verter a preparação sobre a base de tarte.
Levar ao forno durante aproximadamente 40 minutos.

Servir quente ou frio.

Notas:
Uma tarte deliciosa (estou-me a repetir?).
A autora da receita (do blog com o nome tão giro Je peux lécher la cuillère? – ‘Posso lamber a colher?’) comenta que não é desnecessário untar a forma com azeite. Experimentem se quiserem, eu preferi evitar surpresas.

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Tarta de puerros (sin lácteos)



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Mi amiga F. ha organizado una venta de tartas y bizcochos para llevar a cabo actividades dirigidas a niños con discapacitados o/y con enfermedades ‘raras’. Me pregunto si quería participar.
Quién soy yo para negar tal propuesta?

Niños son almas con la capacidad de despertar lo mejor que hay en nosotros.

- Llevo dulce o salado?, pregunto.
- Salado que dulce ya hay bastante.

Como sé que uno de los niños de F. no puede tomar lácteos y que tampoco tolera tanto gluten, he pensado preparar esta tarta, apta para todos. He tenido la suerte de haber podido probarla. Pero que delicia.
La masa con harina de sarraceno se deja trabajar muy fácilmente con las manos (quiere decir que ni rodillo hace falta) y el sabor me ha encantado. El tomillo y cúrcuma le da un maravilloso sabor a esta tarta tan cremosa y digesta.
Recomendado para todos os tipos de dietas e ‘antidietas’.


Ingredientes: (molde de tarta de 24 cm):

Cocción: 15 + 40 minutos
Preparación: 25 minutos

Masa:
200 g de harina de sarraceno biológica
2 cuch. soperas de copos de avena
1 pizca de sal
100 ml de aceite de oliva
100 ml de agua

Relleno:
1 kg de puerros (unos 4 o 5)
3 huevos
250 ml de nata de avena
Aceite de oliva
Pimienta negra
Cúrcuma
Tomillo

Calentar el horno a 180oC.

Preparar la base:
Mezclar, la harina, los copos de avena y la sal. Ir vertiendo aceite y agua, mezclando con la cuchara de palo hasta que los ingredientes se junten bien. Terminar amasando suavemente con las manos hasta poder formar una bola (que no pegue a las manos).
Estirar la masa en un molde  untado con aceite y espolvoreado con harina de sarraceno. Ir estirando con la palma de las manos. Picar la base con un tenedor.

Relleno:
Lavar y cortar el puerro a rodajas.
Saltear el puerro con un poco de aceite en la sartén y dejar cocer para soltar el agua de la verdura. Apartar Del fuego, reservar.
A parte mezclar los huevos con la nata, pimienta, cúrcuma y tomillo. Añadir el puerro a la y verter esta preparación sobre la base de la tarta.
Hornear durante aproximadamente 40 minutos.

Comer frio o caliente.

Notas:
Una deliciosa tarta (me repito?).
La autora de esta receta (del blog que lleva el título tan divertido de , Je peux lécher la cuillère? – ‘puedo chupar la cuchara?’) comenta que no es necesario untar el molde con aceite. Probadlo si queréis, yo he preferido evitar sorpresas.

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Leek Pie (dairy free)


My friend F. was organizing an event in order to put into place activities addressed to handicapped children and children with ‘rare’ diseases. Her idea was to sell pies and cakes and asked me if I would participate.
Who am I to reject helping children?

Children are souls that have the capacity to wake up the best in ourselves.

- Sugar or salt?, I asked.
- Salt, please. There’s already enough sugar.

I know that one of F.’s children can`t have any food containing dairy or gluten. That’s why I had the idea of preparing this pie, which would be suitable for all. I was really lucky to taste it. Simply delicious.
The crust done with buckwheat can be easily prepared with the hands (no need to use a rolling pin for this one) and its taste seduced me. The thyme and turmeric bring a wonderful light flavour to this creamy and digestible tart.
Highly recommended for any time of diet or ‘anti-diet’.

Ingredients: (24 cm pie):

Cooking time: 15 + 40 minutes
Prep. time: 25 minutes

Pie crust:
200 g biological buckwheat flour
2 Tsp. oat flakes
1 pinch of salt
100 ml olive oil
100 ml water

Filling:
1 kg leeks thinly sliced (about 4 to 5 pieces)
3 eggs
250 ml oat cream
Olive oil
Black pepper
Turmeric powder
Thyme


Preheat oven at 180oC.

Prepare the pie crust:
Combine flour, oat flakes and salt in a bowl. Slowly add oil and water and mix with a wooden spoon until combined. Then knead lightly with your hands until the dough comes together into a ball (that doesn’t stick to the hands).
Spread some oil over the pie pan and sprinkle with buckwheat flour.
Then press and push the dough gently with the palm of your hands until it gets thin and has the size of the pan. Fit the dough into the pan, and prick the bottom of the pie with a fork.

Fort he filling:
Heat oil in a skillet and cook leeks over medium heat until they lose excess water. Set aside.
In a bowl stir together eggs, oat cream, pepper, turmeric and thyme. Add the cooked leeks to the cream and transfer the filling into the pie crust.
Bake in oven for about 40 minutes.

Enjoy warm or cold.

Notes:
A delicious pie (am I repeating myself?).
The author of this recipe (Je peux lécher la cuillère? – lovely name for this French blog, meaning ‘may I lick the spoon?’) adds that it is not necessary to spread oil nor flour over the pan before placing in the crust. You may try if you wish, but I preferred to avoid surprises.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Mousse de Basler Läckerli com coulis de Framboesa/Basler Läckerli Mousse with Raspberry coulis

Mousse de Basler Läckerli com coulis de Framboesa


Mousse de Basler Läckerli com coulis de framboesa

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Podem imaginar que depois da minha ultima estadia na Suíça, voltei com a mala carregada de chocolate. Chocolate e não só. Também trouxe Basler Läckerli, as bolachas típicas da Basileia. Uma bolacha entre o Pain d’Épices francês e as bolachas Speculoos belgas. Saborosas com toques de canela, gengibre e outras especiarias, estas bolachas são perfeitas para servir com um bom café ou chá.
Conhecendo-me, sabia que estas bolachas iam ser ‘transformadas’. Uma simples mousse com framboesas, perfeita fusão de sabores e cores.

Esta receita dedico-a ao Dr Eche. Por todas as pessoas que ajuda, começando por mim. Um homem de valor que admiro pela sua descrição e tacto. Sempre presente para me animar a cuidar de mim, sempre uma palavra gulosa sobre as últimas receitas do blog...
Que o Universo lhe leve toda força que precisar para superar este momento difícil e que muito em breve possa voltar a estar conosco para saborear as pequenas maravilhas desta vida.

Mousse de Läckerli (3 pessoas)

200 g natas azedas
200 ml natas
75g bolachas Basler Läckerli
3 colheres de sopa de açúcar em pó

Coulis de Framboesa

200 g framboesas congeladas ou frescas
Crème de cassis (licor de groselha negra)

Coulis:
Num tachinho levar ao lume as framboesas e deixar cozer em lume brando uns 10 minutos até se desfazerem. Adicionar o licor, triturar com a varinha mágica. Deixar arrefecer e reservar. (pode-se filtrar o molho por um passador de rede para retirar as sementes, eu deixei tal qual).

Mousse:
Partir as bolachas e levá-las ao lume num tachinho com um pouco de nata. Aquecer (sem deixar ferver) durante uns minutos só para amolecer as bolachas.
Triturar e deixar arrefecer completamente.

Quando o creme de bolacha estiver frio, incorporar as natas azedas batendo bem.
Bater as natas com o açúcar até ficarem consistentes.
Incorporar o creme de bolacha às natas batidas e reservar.

Em taças individuais, verter no fundo, uma colher de creme de framboesas.
Por cima deste, cobrir com uma capa de creme de bolacha, intercalar com uma fina camada de framboesas e terminar com creme de bolachas.
Decorar com chantilly e coulis de framboesa.

Levar ao frigorifico durante mínimo 3 a 4 horas antes de servir.

Para comer com um sorriso. J

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Mousse de Basler Läckerli con coulis de Frambuesa


Mousse de Basler Läckerli con coulis de frambuesa

Cuando he vuelto de mi último viaje a Suiza, claro que he traído una maleta llena de chocolate, pero aparte también he traído Basler Läckerli.
Es una galleta típica de Basilea que podría intentar definir como una mezcla del Pain d’Épices (pan de especias) francés y las galletas Speculoos belgas. Muy sabrosas, estas galletas van muy bien con un buen café o un té.
Como me conozco, sabía que estas galletas iban a ser ‘trasformadas’. Una sencilla mousse con frambuesas, perfecta fusión de sabores y colores.

Esta receta, la dedico a Dr. Eche. Por todas las personas que ayuda, empezando por mí. Un hombre de valor que admiro por su discreción y tacto. Siempre presente para me animar a cuidarme, siempre una palabra golosa sobre las últimas recetas del blog...
Que el Universo le traiga la fuerza que necesite para superar este momento difícil y que muy en breve pueda volver a estar con nosotros para saborear las pequeñas maravillas de esta vida.

Mousse de Läckerli (3 personas)

200 g nata agria
200 ml nata
75g galleatas Basler Läckerli
3 cucharadas soperas de azúcar

Coulis de Frambuesa

200 g de frambuesas congeladas o frescas
Crème de cassis (licor de grosella negra)


Coulis:
Calentar las frambuesas en un cazo y cocer a fuego lento unos 10 minutos hasta que se deshagan. Añadir el licor, triturar con el mixer. Dejar enfriar e reservar. (se puede filtrar la salsa por un colador para apartar las semillas, pero yo lo he dejado tal cual).

Mousse:
Desmenuzar las galleteas y calentarlas en un cazo con un poco de nata (sin dejar hervir), para que las galletas queden blanditas.
Triturar y dejar enfriar.

Cuando la crema de galletas esté fría, juntar la nata agria y batir bien.
A parte, montar la nata firme.
Incorporar la crema de galletas a la nata montada y reservar.

En copas individuales, poner en el fondo de cada una, una cucharada de coulis de frambuesa.
Por encima, poner una capa de mousse de galletas, intercalar con una fina capa de frambuesa y terminar con mousse de Läckerli.
Adornar con chantilly y coulis de frambuesa.

Reservar en la nevera durante mínimo 3 a 4 horas antes de servir.

Disfrutad y no olvidar sonreír. J

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Basler Läckerli  Mousse with Raspberry coulis


Basler Läckerli mousse with Raspberry coulis

When I came back from my last stay in Switzerland, you may guess that I had a suitcase full of chocolate, of course. But besides chocolate I have also brought Basler Läckerli.
It is a typical biscuit from Basel that could be placed between the French Pain d’Épices (spiced bread) and the Belgian Speculoos (also known as Biscoff). Very tasty cookies to serve with a nice cup of coffee or tea.
Knowing myself, I knew that these Basler Läckerli would be ‘transformed’…in a simple mousse with raspberries, perfect fusion in flavour and color, suitable for any sweet tooth.

I am dedicating this recipe to Dr. Eche. For all the people he helps, starting with myself. A great man whom I admire for his discretion and tactfulness. Always there to encourage me to take care of myself, always a sweet word about the last recipe on the blog...
Let the Universe give him all the strength he can use to overcome this painful moment and be back with us very soon so we can enjoy together the little wonders of this life.

This one’s for you J


Läckerli Mousse (yields: 3 servings)

200 g sour cream
200 ml whipping cream
75g Basler Läckerli biscuits
3 tbsp sugar

Raspberry Coulis

200 g fresh or frozen raspberries
Crème de cassis (blackcurrant liqueur)


Coulis:
Heat raspberries in a small saucepan and bring to boil over low heat for aprox. 10 minutes until the raspberries are soft. Add liqueur and puree until smooth (you may choose to pass mixture through a colander in order to discard the seeds but I didn’t). Set aside and leave to cool.

Mousse:
Crush de Läckerli biscuits and toss them in a saucepan adding some cream. Heat (don’t let the cream boil) for a few minutes, just enough to melt the biscuits.
Puree the mixture and leave it to cool.

Once the Läckerli cream is cold, add in sour cream and beat firmly.
Whip cream with sugar until firm.
Add Läckerli cream to the whipped cream beating gently and set aside.

Pour a spoonful raspberry coulis in a bottom of 3 individual dessert cups. Cover the coulis with some Läckerli mousse. Then cover the mousse with a thin layer of raspberries and end up filling the cups with mousse.
You may decorate with leftover whipped cream and raspberry coulis (if there is any left).

Keep refrigerated for at least 3 to 4 hours before serving


Enjoy with a smile.