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sábado, 3 de maio de 2014

‘Tortillitas’ de Bacalhau/Tortillitas de Bacalao

‘Tortillitas’  de Bacalhau
 
'Tortillitas' de Bacalhau
Quem não gosta de umas ‘tortillitas’ de bacalhau?
Uma prato típico da região de Cádis que não pode faltar nas mesas gaditanas, nos dias de Páscoa.

O que mais me intriga nesta receita, é o facto de levar farinha de grão, um ingrediente que utilizo muito na minha cozinha, mas nada comum na culinária tradicional espanhola.
A farinha de grão, pela sua versatilidade e pelo seu valor nutricional, é um ingrediente que considero precioso, mas só conhecia a sua utilização na cozinha indiana e italiana. A presença desta farinha na gastronomia tradicional espanhola, despertou a minha curiosidade em quanto à sua origem. E lá fui eu dar uma volta pelo mundo.

Segundo o minucioso estudo publicado por Manuel J. Ruiz Torresno no blog Cocina gaditana del Doce, a origem deste ‘misterio da gastronomia gaditana’, situa-se algures entre os séculos XVI e XVII e deve-se à fusão da ‘farinata’ italiana com as ‘gachuelas’ gaditanas (estas últimas poderiam-se compara às pataniscas portuguesas). Ambas receitas têm como base farinha, água e sal, misturadas para formarem uma massa de consistencia liquida. Uma vez cozida, esta massa toma a forma de um, digamos, ‘crepe’ fino e estaladiço. A  diferença reside no facto de que a ‘farinata’ é preparada com farinha de grão e é cozida no forno, enquanto que as gachuelas são feitas com farinha de trigo e fritas em azeite. 
Seja como for, estas duas maravilhas encontraram-se um belo dia em Cádis para se transformarem em ‘tortillitas’.
Este feliz encontro deve-se à presença de genoveses que a traves de varias migrações, se instalaram nas terras de Cádis desde o século XIII. Levaram com eles as suas tradições que se foram adaptando aos sabores locais até formarem parte íntegra destes.

Mais conhecidas do que as ‘Tortillitas’ de bacalhau, talvez sejam as ‘Tortillitas’ de camarão. Ambas são populares nessa época, mas pensa-se que à partida eram feitas sobretudo, com legumes. A pesca do camarão era abundante na Baía de Cádis. O bacalhau devia de ser trazido pelos portugueses, uma alternativa para enriquecer as tortillitas em nutrientes e sabor.

Curiosidade satisfeita, falta saciar o apetite.

Ingredientes (3-4 pessoas):

100 g de bacalhau demolhado
50 g farinha de grão
50 g de farinha de trigo
1 cebola picada fininha
Salsa picada
Sal
Agua
Azeite para fritar

Desfiar o bacalhau demolhado.
Num recipiente mistuar as farinhas com a cebola picada e a salsa. Ir juntando água fria, misturando com a colher de pau, até obter uma massa fluida. Juntar o bacalhau à massa, rectificar o sal e deixar repousar 1 hora no frigorifico.

Aquecer o azeite numa frigideira e deitar uma colherada de sopa de massa no azeite.
Fritar dos dois lados até as ‘tortillitas’ ficarem douradas.

Servidas quentinhas, aviso-vos já que desaparecem num instante.

EHTA RIQUÍHIMO!

Assim dizem na Andaluzia.

Notas:
As tortillitas querem-se fininhas e estaladiças. Para este efeito, a massa não deve ser demasiado espessa. Durante o tempo de repouso, a massa tem tendência a engrossar, se necessário juntar um pouco mais de água.
'Tortillitas' de Bacalhau


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‘Tortillitas’  de Bacalhau

Tortillitas de Bacalao

EHTA RIQUÍHIMO!

Es como dicen los andaluces cuándo hablan de las tortillitas, verdad Ana?

Un plato típico de la región de Cádiz que no puede faltar en una mesa gaditana, en los días de Semana Santa.

Lo que más me intriga en esta receta, es la harina de garbanzo, un ingrediente que utilizo mucho en mi cocina, pero nada común en la culinaria tradicional española.
Por su versatilidad y por su valor nutricional, la harina de garbanzo es un ingrediente que considero precioso, pero sólo conocía su empleo en la cocina hindú e italiana. Encontrar esta harina en la gastronomía tradicional española, ha despertado mí curiosidad sobre su origen. Así que me fui a dar una vuelta por el mundo.

Según el minucioso estudio publicado por Manuel J. Ruiz Torresno en el blog Cocina gaditana del Doce, el origen de este ‘misterio de la gastronomía gaditana’, está situado entre los siglos XVI y XVII y se  debe a la fusión entre la ‘farinata’ italiana con las ‘gachuelas’ gaditanas. Ambas recetas tienen como base harina, agua y sal, mezcladas para obtener una masa de consistencia líquida. Una vez cocida, esta masa toma la forma de un ‘crepe’ fino y crujiente. La  diferencia está en el hecho de que la ‘farinata’ está hecha con harina de garbanzo y se cuece al horno, mientras que las gachuelas están hechas con harina de trigo y se fríen en aceite. 
Sea como sea, un bello día, estas dos maravillas se han encontrado en Cádiz y se han hecho ‘tortillitas’.
Este feliz encuentro es debido a la presencia de los genoveses se han instalado, a lo largo de varias migraciones, en tierras de Cádiz desde el siglo XIII. Se han llevado sus tradiciones que se fueron adaptando a los sabores locales hasta formar parte íntegra de estos.

Más conocidas que las Tortillitas de bacalao, son las Tortillitas de camarón. Ambas son populares en esa época, pero se cree que al inicio se hacían sobretodo, con verdura. La pesca del camarón era abundante en la Bahía de Cádiz, el bacalao lo deberían de traer los portugueses, una alternativa para enriquecer las tortillitas en nutrientes y sabor.

Curiosidad satisfecha, queda por saciar el apetito.

Ingredientes (3-4 persoas):

100 g de bacalao desalado en agua
50 g de harina de garbanzo
50 g de harinha de trigo
1 cebolla picada finita
Perejil picaíto (no es así que se dice en Andalucía?)
Sal
Agua
Aceite de oliva para freír

Desmenuzar el bacalao desalado.
En un recipiente, mezclar las harinas con a cebolla picada y el perejil. Ir añadiendo agua fria, mezclando, hasta obtener una masa fluida. Añadir el bacalao, rectificar de sal y dejar reposar 1 hora en la nevera.

Calentar el aceite en la freidora y echar una cucharada sopera de masa en el aceite caliente.
Darles la vuelta a las tortillitas para que queden ‘doraítah de lo do laho’.

Servidas calentitas, os lo digo que desaparecen en un pispás.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Tarte de lágrimas!...de Cebola y Alho francês
Tarte de Cebola e Alho francês

Já temos os sabores, as cores e agora juntam-se as emoções!
A coincidência quis (se é que a coincidência existe), que logo a seguir a ter feito a Tarte dos Sorrisos, me trouxessem uma cebola de mais de 500g.

E o que se faz com uma cebola de 680g ?
Lembrei-me desta receita que costumo fazer. Das minhas preferidas.

E foi entre lagrimas e sorrisos que pensei...ontem ri-me a comer ameixas, hoje choro a cortar cebola (e cortar meio quilo de cebola é para chorar mesmo).

Lágrimas nos olhos, talvez, mas sempre com o sorriso no coração!
E a lei do Universo. Manter o equilíbrio dos elementos da terra, das emoções, das cores.

Fiquem descansados, as lágrimas comi-as eu, só deixei derramar um pouco de alegria do meu coração por cima da tarte. Descuido meu...

Ingredientes:

Massa:

65 g farinha de grão
60g de farinha de centeio
125g farinha de espelta
60 ml azeite
100 a 125 ml de água fria
1 pitada de sal
1 pitada de cúrcuma

Recheio:

4 cebolas (500g)
4 alhos franceses
80 g queijo de ovelha curado ralada
Azeitonas
1 dente de alho
Tomilho
Coentros em pó
Pimenta
Metade de uma garrafa pequena de cerveja (aproximadamente)

Massa:
Numa tigela, peneirar as farinhas e o sal, fazer um buraco no meio, deitar o azeite, misturar rapidamente com colher de pau até se formarem grânulos (um pouco como um crumble). Juntar 3 ou 4 colheres de sopa de água e amassar com as mãos. Ir vertendo a água necessária até a massa ficar homogénea sem colar as mãos.
Esta massa não requer tempo de descanso, pode-se utilizar imediatamente.

Recheio:
Cortar os legumes em rodelas finas. Picar o alho
Numa frigideira, suar os legumes num pouco de azeite (5 min.), juntar a cerveja, tomilho, pimenta, coentros e deixar refogar em lume médio até o molho reduzir (15 min.).
Apagar o lume, juntar o queijo ralado aos legumes, envolver bem.

E finalmente:

Tarte de  Cebola e Alho francês

Aquecer o forno a 200C
Estender a massa com o rolo em cima de uma superfície polvilhada com farinha.
Forrar uma forma de tarte untada com manteiga e polvilhada com farinha.
Picar o fundo com um garfo, cobrir com os legumes. Distribuir algumas azeitonas por cima e levar ao forno 30 minutos até a tarte ficar douradinha e apetitosa.

E foi assim que se transformou a choradeira...numa deliciosa tarte.

Nota:
A minha tarte de cebola preferida, não há dúvida.
Comer quente ou fria. Pessoalmente prefiro fria, mas cada um sabe.







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La Tarta de lágrimas!...de Cebolla y Puerro

Tarta de Cebolla y Puerro

Tenemos los sabores, los colores, ahora se juntan las emociones!

La coincidencia quiso (si es que existen las coincidencias), que tras haber hecho la Tarta de las Sonrisas, me han traído una cebolla de más de 500g.

Y que se hace con una cebolla de 680g?
Me he acordado de esta receta que suelo hacer. De mis preferidas.

Entre lagrimas y sonrisas pensaba...ayer me reía comiendo ciruelas, hoy lloro cortando cebolla (es que cortar medio quilo de cebolla te hace llorar).

Lágrimas en los ojos, quizás, pero siempre con una sonrisa en el corazón!
Así es la ley del Universo. Mantener el equilibrio de los elementos de la tierra, de las emociones, de los colores.

No os preocupáis, las lágrimas las he comido yo, sólo he dejado derramar un poco de alegría del corazón en esta tarta. Descuido mío…

Ingredientes:

Masa:

65 g de harina de garbanzo
60g de harina de centeno
125g de harina de espelta
60 ml aceite de oliva
100 a 125 ml de água fria
1 pizca de sal
1 pizca de cúrcuma

Relleno:

4 cebollas (500g)
4 puerros
80 g de queso de oveja curado rallado
Aceitunas
1 diente de ajo
Tomillo
Semillas de cilantro en polvo
Pimienta
Mitad de una botella pequeña de cerveza (aproximadamente)

Masa:
En un recipiente, tamizar las harinas con la sal, hacer un pozo en medio, verter el aceite, mezclar rápidamente con la cuchara de madera hasta se formen gránulos (un poco como un crumble). Añadir 3 o 4 cucharas de agua e amasar con las manos. Ir añadiendo el agua necesaria hasta que la masa se consolide.
Esta masa no requiere tiempo de descanso, se puede utilizar enseguida.

Relleno:
Cortar la verdura en rodajas finas. Picar el ajo.
Rehogar la verdura en una sartén, con un poco de aceite (5 min.), añadir la cerveza, tomillo, pimienta, cilantro y dejar ablandar a fuego medio hasta se reduzca la salsa (unos 15 min.).
Apagar el fuego, añadir el queso rallado y envolver bien con la verdura.

Finalmente:
Calentar el horno a 200C
Sobre una superficie enharinada, estirar la masa con el rodillo.
Forrar un molde de tarta untada con mantequilla u aceite y espolvoreada con harina.
Picar la base con un tenedor, rellenar con la verdura. Adornar con aceitunas y hornear 30 minutos hasta se ponga doradita y apetitosa.

Así se transformó el llanto...en una deliciosa tarta.

Nota:
Sin Duda, mi tarta de cebolla preferida.
Comer caliente o fría. Personalmente prefiero fría, pero cada uno sabe de lo suyo.

Tarta de Cebolla y Puerro

terça-feira, 12 de março de 2013

Peixe frito Balti com caril de espinafres


Um jogo entre sabores, aromas e cores que me diverte imenso.
E com esta brincadeira um almoço saboroso.

Ingredientes:
800 g de corvina às postas
1 tomate pelado sem sementes
1 cebola média picada
3 dentes de alho
Folhas de caril
1 colh de chá de sementes de funcho
¼ colh de chá de curcuma
1 colh de chá de chili vermelho em pó
1 colh de chá de sementes de coentro moídas
2 a 3 colh de sopa de Maizena
Coentros frescos
Sal qb

Limpar o peixe e reservar.
Bater com a varinha mágica ou no mixer o tomate pelado com o alho, as folhas de caril e o funcho. Juntar cúrcuma, chili, coentros moídos, sal e a Maizena. Mexer tudo bem para formar um pasta.
Barrar as postas de peixe com esta pasta e deixá-lo marinar com o resto da mistura mínimo 30 minutos.
Depois é só aquecer um pouco azeite na frigideira e fritar as postas em lume médio de ambos lados até ficar douradinho e apetitoso.

Para acompanhar foi arroz Basmati e um caril de espinafres cuja receita aqui está:

Caril de espinafres
Ingredientes:

1 molho de espinafres (mais ou menos 500 g)
1 tomate cortado aos cubos
1 cebola
3 dentes de alho
1 malagueta verde (usei jalapeño)
1/4 colh de chá de curcuma
2 colh chá de coentros em pó
¾ de colh chá de malageta vermelha em pó
¼ colh de chá comino em pó
¼ colh de chá de Garam Masala
Sal
¼ colh de cha de sementes de comino
2 ou 3 colh de sopa de farinha de grão (opcional)
Natas ou iogurte q.b. (opcional)

Lavar e cortar o espinafre.
Picar a cebola, o tomate, o alho e a malagueta verde
Aquecer azeite na frigideira e juntar as sementes de comino. A seguir, juntar a cebola e deixar alourar. Adicionar o alho e a malagueta verde e cozinhar mais 1 a 2 minutos.
Adicionar as restantes especiarias e refogar até formar uma pasta e o azeite se separar.
Juntar o tomate e cozinhar até se desfazer. Finalmente juntar o espinafre e misturar bem com o resto dos ingredientes. Tapar, deixar ferver em lume médio uns 5 minutos e destapar. Deixar continuar a cozer para secar um pouco.
Por fim, misturar o iogurte com a farinha de grão e junar aos legumes deixando cozer até espessar.

Mas que bom e ficou bem picante!

Notas:
- Uma maneira diferente e fácil de preparar peixe e os espinafres ficaram uma maravilha.
- Quem não quiser não precisa de juntar as natas/iogurte nem a farinha de grão, mas dá uma   consistência mais cremosa aos legumes. Deixo ao gosto de cada um.
- As malaguetas verdes nao se encontram fácilmente nesta terra, mas podem-se substituir por pimentos jalapeños (mais fácil de encontrar).
- e por favor nao se deixem impressionar pelas colheres e meias colhseres de chá, é só para ter uma ideia aproximada das quantidades.
 - Fonte: About.com Indina Food
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Pescado frito Balti con curry de espinacas

Un juego de sabores, aromas y colores que me dicierte mucho.
Divertido cocinarlo y rico de comerlo.

Ingredientes:

800 g de corvina en rodajas
1 tomate pelado sin semillas
1 cebolla mediana picada
3 dientes de ajo
Hojas de curry
1 cuch de té de semillas de hinojo
¼ cuch de té de curcuma
1 cuch de té de chile rojo en polvo
1 cuch de té de cilantro molido
2 a 3 cuch soperas de Maicena
Cilantro fresco
Sal qb

Limpiar el pescado y reservar.
En la batidora, mezclar el tomate pelado con el ajo, las hojas de curry y de hinojo. Añadir cúrcuma, chile, el cilantro molido, sal e la Maicena. Mezclar todo bien para formar una pasta.
Cubrir las rodajas de pescado con esta pasta y dejar marinar en la salsa durante mínimo 30 minutos.
Luego basta calentar un poco de aceite en la sartén y freír a fuego medio de los dos lados hasta se pongan doraditos y apetitosos.

Con el delicioso pescado, arroz Basmati y un curry de espinacas cuya receta sigue:

Curry de espinacas

Ingredientes:


1 manojo de espinacas (más o menos 500 g)
1 tomate cortado a dados
1 cebolla
3 dientes de ajo
1 guindilla verde (he puesto jalapeño)
1/4 cuch de té de curcuma
2 cuch de té de cilantro molido
¾ de cuch de té de chili rojo en polvo
¼ cuch de té de comino molido
¼ cuch de té de Garam Masala
Sal
¼ cuch de té de semillas de comino
2 o 3 cuch soperas de harina de garbanzo (opcional)
Nata u yogur (opcional)

Lavar y cortar las espinacas.
Picar la cebolla, el tomate, el ajo y la malagueta verde.
En una sartén, calentar aceite y freír las semillas de comino. Enseguida juntar la cebolla y sofreír. Añadir el ajo y la guindilla verde, cocinar 1 a 2 minutos más.
Poner las especias restantes y sofreír hasta se haga una pasta y el aceite se separe.
Verter el tomate en la sartén y dejar que se deshaga. Por fin, juntar las espinacas y mezclar todo muy bien. Cubrir, dejar hervir a fuego medio unos 5 minutos antes de quitar la tapa y seguir cociendo para que se seque un poco.
Ahora, mezclar el yogur con la harina de garbanzo y verter sobre la verdura. Mezclar y seguir cociendo para espesar el jugo.

Qué rico! Y picantito!

Notas:
- Una manera diferente y fácil de preparar pescado y las espinacas quedan buenísimas.
- Quién no quiera no necesita juntar la nata/yogur ni la harina de garbanzo, pero le da una textura más cremosa a la verdura. Cada uno sabe como más le gusta.
- La guindilla verde, no siempre la encuentro, pero se puede substituir por pimiento jalapeño (más fácil de encontrar).
- Y por favor no os dejéis impresionar por las chucharas y medias cucharas, son cantidades aproximadas. Haced como os manda la nariz!
- Fuente: About.com Indian Food